Teleodontologia – até onde a tecnologia ajuda na relação com o paciente

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A comunicação – ponto chave na tratativa com o paciente ganhou mais uma aliada – a resolução CFO 226/2020  designada em junho desse ano com o atendimento ao paciente via teleodontologia.

O mercado competitivo nos exige alguns pontos de atenção a mais na relação com o paciente:

  • Comunicação mais clara – informações precisas via imagem em 3D, por exemplo.
  • Alinhamento de expectativas prévias ao tratamento – planejamento virtual e mockups para maior assertividade.
  • Acompanhamento pelo paciente do andamento do tratamento – informações e imagens atualizadas passando segurança durante o tratamento.
  • Apoio no pós atendimento para verificação de bem estar -sentimento de interesse, cuidado e conforto por parte do paciente.

E onde entra a Teleodontologia nesse contexto?

A Teleodontologia é a possibilidade de realizar atendimentos virtuais a pacientes. Esses atendimentos podem acontecer no intervalo entre um atendimento presencial e outro a pacientes que estejam em tratamento. O registro no prontuário é obrigatório assim como qualquer atuação orientada a ser feita.

Com a Pandemia, o atendimento ao paciente via teleodontologia ganhou espaço para dar acesso ao paciente a atendimento mesmo sem ser presencial, desde que o objetivo seja usar desse recurso para determinar o melhor momento para realizar o atendimento clínico.

A atuação da Odontologia à distância é permitida quando há dois profissionais nas duas pontas, permitindo troca de informações técnicas que resultem em um melhor atendimento, sendo um com supervisão direta e outro complementando a assistência prestada.

O Conselho Regional fará a fiscalização e para o descumprimento da normativa, havendo a possibilidade de infração ética grave para fins de processo ético.

E somando a Odontologia Digital a esse recurso, como as coisas ficam?

Um grande campo de atuação abre-se nesse sentido, dado que com o escaneamento intraoral associado ao planejamento digital e tomografia, muita informação precisa pode ser adquirida da situação do paciente e até realização de diagnósticos e projeções de conduta no tratamento- o que ajuda e muito a avaliar a necessidade do atendimento presencial.

A atuação clínica é indispensável e indiscutível, mas imaginemos quantos pacientes podem ser atendidos e terem perspectivas de tratamento com a utilização desse recurso?

Essa resolução tem por base o período de pandemia, mas certamente, se soubermos usar com critério e bom senso, haverá muito ganho para todos – dentistas, pacientes e a saúde como um todo.

CLIQUE AQUI e confira a Resolução na íntegra.

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